Já no segundo tríptico do meu chará eu ainda consigo perceber uma espécie de movimento na medida de em que, através das disposições das fotos, me imagino por dentro de um recipiente de vidro olhando pra fora. E dessa maneira, conseguindo enxergar os nuances da luz e sua interação com a superfície da vasilha. Novamente, a foto central me hipnotiza mais do que as outras com essas duas sombras simétricas ascendendo sobre o fundo. Em mim criou-se a sensação de estar em frente a um portão no qual passaria pela pequena fresta entre suas duas folhas.
domingo, 31 de agosto de 2025
Análise Gráfica da obra do Daniel Castelo Branco
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